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ASSOCIAÇÃO ENTRE DOR LOMBAR E DISTÚRBIOS DO SONO EM ESCOLARES DE 11 A 15 ANOS DA CIDADE DE IGUATU- CEARÁ
KAUANNY SILVA OLIVEIRA; Hellen Christine Soares Souza; Mikaelle Cordeiro Bezerra; Maria Luiza Vieira Santana; Saskya Alexandre Silva; Joyce Maria Leite e Silva
INTRODUÇÃO: A dor lombar e os distúrbios do sono são condições frequentemente identificadas na adolescência e podem apresentar uma relação bidirecional, na qual as alterações do sono influenciam a dor, e vice-versa, impactando negativamente a qualidade de vida e a saúde dos escolares. OBJETIVO: O presente estudo teve como objetivo analisar a associação entre distúrbios do sono e dor lombar em escolares de 11 a 15 anos da cidade de Iguatu- CE. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo transversal, de abordagem quantitativa, realizado com 235 escolares do ensino fundamental II, selecionados em escolas públicas do município. A coleta de dados foi realizada através do questionário Back Pain and Body Posture Evaluation Instrument (BackPEI), para avaliar as características sociodemográficas, hábitos de vida, presença e intensidade de dor lombar, e do Mini Sleep Questionnaire, para analisar a qualidade do sono. Os dados foram avaliados em estatísticas descritivas, teste de associação pelo qui-quadrado e regressão logística, obtendo um nível de significância de 5%. RESULTADOS: Os resultados mostraram uma alta prevalência de distúrbios do sono (67,6%), com destaque nos níveis moderado (18,2%) e severo (36,1%), bem como maior ocorrência de dor lombar entre escolares do sexo feminino (86,5%). Observou-se associação estatisticamente significativa entre a presença de dor lombar e o grau de distúrbio do sono nas análises bivariadas (p = 0,00252). Todavia, no modelo de regressão logística, essa associação não se manteve estatisticamente significativa (p=0,0707), sugerindo que a dor lombar apresenta caráter multifatorial nessa população. CONCLUSÃO: Entende-se que os distúrbios do sono são frequentes entre escolares e se associam à dor lombar em análises iniciais, consolidando a importância de planos de promoção a saúde voltadas em prevenção de dores musculoesqueléticas, bem como à higiene do sono durante a adolescência.
Palavras-chave: Palavras-chave: Dor lombar. Distúrbios do sono. Qualidade do sono. Escolares
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoASSOCIAÇÃO ENTRE O PESO DA MOCHILA ESCOLAR E A DOR LOMBAR EM ESCOLARES DE 11 A 15 ANOS DE IGUATU, CEARÁ: ESTUDO TRANSVERSAL
MIKAELLE CORDEIRO BEZERRA ; Ana Beatriz Pereira de Sousa; Kauanny Silva Oliveira; Maria Luiza Vieira Santana; Saskya Alexandre Silva; Joyce Maria Leite e Silva
INTRODUÇÃO: A dor lombar constitui um problema musculoesquelético frequente entre crianças e adolescentes, apresentando etiologia multifatorial e possíveis associações com fatores biomecânicos, antropométricos e comportamentais. Embora o transporte de mochilas escolares seja apontado como possível fator de risco, as evidências científicas sobre sua associação com a dor lombar permanecem inconclusivas. OBJETIVO: Analisar a associação entre o peso da mochila escolar e a presença de dor lombar em escolares de 11 a 15 anos do município de Iguatu, Ceará. MÉTODOS: Estudo transversal, de abordagem quantitativa, realizado com 235 estudantes de ambos os sexos, matriculados em escolas públicas de ensino fundamental de Iguatu, Ceará. Foram coletadas informações sociodemográficas, antropométricas, características do transporte da mochila e presença e intensidade de dor lombar, utilizando o instrumento Back Pain and Body Posture Evaluation Instrument (BackPEI), mapa corporal de dor e medidas objetivas do peso da mochila. Os dados foram analisados por estatística descritiva, teste t de Student para amostras independentes e regressão logística binomial múltipla, adotando-se nível de significância de 5%. RESULTADOS: A amostra apresentou idade média de 12,31 ± 2,30 anos, massa corporal de 51,37 ± 13,29 kg e peso médio da mochila de 3,57 ± 1,50 kg. A maioria dos escolares utilizava mochilas com duas alças (97,0%) e as transportava sobre ambos os ombros (80,8%). A intensidade média da dor lombar foi de 2,88 ± 2,23 pontos no sexo masculino e 3,34 ± 2,45 pontos no feminino, sem diferença estatisticamente significativa (p=0,141). Na regressão logística, o sexo foi o único preditor significativamente associado à dor lombar (p<0,001), sendo identificada chance 2,85 vezes maior de relato de dor lombar no sexo feminino em comparação ao masculino. O peso absoluto da mochila (OR=1,01; p=0,937) e a estatura (OR=0,46; p=0,427) não apresentaram associações estatisticamente significativas com o desfecho. CONCLUSÃO: O peso absoluto da mochila escolar e a estatura não apresentaram associação significativa com a dor lombar na população investigada, enquanto o sexo feminino esteve associado à maior chance de relato dessa condição. Os achados reforçam a natureza multifatorial da dor lombar e indicam a importância de estratégias preventivas no ambiente escolar que contemplem educação postural, atividade física e hábitos saudáveis.
ASSOCIAÇÃO ENTRE O NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA E A DOR LOMBAR CRÔNICA EM ESCOLARES DE IGUATU, CEARÁ: ESTUDO TRANSVERSAL
SASKYA ALEXANDRE SILVA
INTRODUÇÃO:A dor lombar constitui um importante problema de saúde pública, acometendo não apenas adultos, mas também crianças e adolescentes, com possíveis repercussões na qualidade de vida e no desempenho escolar.Sua etiologia é multifatorial, envolvendo aspectos individuais, comportamentais e ambientais. Embora a atividade física seja considerada uma estratégia potencial de prevenção, ainda existem divergências quanto à sua associação com a ocorrência de dor lombar na população escolar. OBJETIVO:Analisar a associação entre o nível de atividade física e a presença de dor lombar em escolares do município de Iguatu, Ceará. MÉTODOS:Estudo observacional, transversal, de abordagem quantitativa, conduzido conforme as recomendações do STROBE. Participaram 235 escolares de ambos os sexos, matriculados em oito escolas públicas de Ensino Fundamental de Iguatu, Ceará. Foram utilizados os questionários BackPEI, para investigação da dor lombar e de hábitos comportamentais, e PAQ-C, para avaliação do nível de atividade física. Os dados foram analisados por estatística descritiva, teste do qui-quadrado e regressão logística binária, considerando sexo, idade e prática de exercícios físicos como variáveis preditoras. RESULTADOS: Dos participantes, 59,1% eram do sexo feminino e 40,9% do masculino. A prevalência de dor lombar crônica foi de 68,9%. Embora 71,9% relatassem praticar exercícios físicos, 73,7% apresentaram níveis de atividade física classificados entre muito baixo e baixo a moderado. Identificou-se associação estatisticamente significativa entre nível de atividade física e relato de dor nas costas nos últimos três meses (p=0,045), com maior frequência entre escolares insuficientemente ativos (81,9%) em comparação aos suficientemente ativos (66,7%). Na regressão logística, o sexo feminino apresentou aproximadamente 2,85 vezes mais chances de dor lombar crônica em comparação ao masculino (p<0,001). A idade (p=0,338) e a ausência de prática de exercícios físicos (p=0,905) não apresentaram associações estatisticamente significativas.CONCLUSÃO: Observou-se elevada prevalência de dor lombar crônica entre os escolares, com associação entre menor nível de atividade física e maior ocorrência de dor nas costas.O sexo feminino destacou-se como fator associado à dor lombar crônica. Os achados reforçam a importância de estratégias de promoção da atividade física e saúde musculoesquelética no ambiente escolar.
Palavras-chave: Dor Lombar, atividade física, escolares, adolescente, estudos Transversais.
Oral
Abrir o trabalhoAssociação entre o nível de atividade física e a dor lombar em crianças e adolescentes: revisão sistemática.
MARIA LUIZA VIEIRA SANTANA; Ana Klécia de Oliveira Bezerra; Saskya Alexandre Silva; Kauanny Silva Oliveira; Mikaelle Cordeiro Bezerra; Joyce Maria Leite e Silva
INTRODUÇÃO: A dor lombar constitui um importante problema de saúde pública, sendo uma das principais causas de procura por serviços de saúde e de anos vividos com incapacidade. Embora frequentemente associada à população adulta e idosa, também acomete crianças e adolescentes, podendo comprometer a qualidade de vida, a realização de atividades cotidianas e o desempenho escolar. A relação entre atividade física e dor lombar nessa população ainda apresenta divergências na literatura, sendo a atividade física apontada tanto como possível fator protetor quanto como fator de risco. OBJETIVO: Analisar, por meio de uma revisão sistemática da literatura, a associação entre o nível de atividade física e a presença de dor lombar em crianças e adolescentes. MÉTODOS: Trata-se de uma revisão sistemática da literatura, conduzida conforme as recomendações do Preferred Reporting Items for Systematic Reviews and Meta-Analyses (PRISMA). A busca foi realizada na PubMed, no Portal de Periódicos CAPES e no RCAAP, com utilização complementar das plataformas Connected Papers e ResearchGate. Foram empregados descritores em português e inglês relacionados a crianças, adolescentes, escolares, atividade física, dor lombar, comportamento sedentário e estilo de vida, combinados pelos operadores booleanos AND e OR. RESULTADOS: Foram incluídos 22 estudos observacionais, com delineamentos transversais e de corte, publicados entre 2013 e 2023. Os achados indicaram que escolares fisicamente mais ativos apresentaram menor ocorrência de dor lombar. A participação nas aulas de Educação Física também esteve associada à ausência dessa condição. Adicionalmente, observou-se maior prevalência de dor lombar entre participantes do sexo feminino e de faixas etárias mais elevadas. Entretanto, foram identificadas divergências entre os estudos quanto à direção e à magnitude da associação entre atividade física e dor lombar. CONCLUSÃO: As evidências sugerem que maiores níveis de atividade física podem estar associados à menor ocorrência de dor lombar em crianças e adolescentes. Contudo, a heterogeneidade dos resultados e a natureza observacional dos estudos limitam inferências causais. Recomenda-se a realização de novas investigações, especialmente longitudinais, para esclarecer essa associação e subsidiar estratégias de prevenção da dor lombar na população escolar.
Palavras-chave: Adolescentes; Atividade Física; Crianças; Dor Lombar; Escolares.
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoComportamentos de movimento e função executiva em pré-escolares da Cidade de Iguatu-Ce: um estudo à luz dos sistemas complexos
DANIEL VIEIRA FERNANDES; Erick Oliveira Barbosa; Jéssica Garcia de Oliveira; Ana Myrella Almeida Alves; Geovane Silva de Lima; José Arthur Bezerra de Oliveira; Anastácio Neco de Souza Filho; Thaynã Alves Bezerra
Introdução: A função executiva participa do desenvolvimento motor, cognitivo e social na primeira infância. Contudo, a organização de suas associações com os comportamentos de movimento em pré-escolares ainda demanda investigação à luz dos sistemas complexos. Objetivo: Analisar a estrutura de associações entre comportamentos de movimento e função executiva em pré-escolares, segundo o sexo, por meio de redes complexas. Métodos: Estudo observacional transversal com 119 pré-escolares (57,1% meninas). Atividade física e comportamento sedentário foram avaliados por acelerometria; função executiva pela bateria Early Years Toolbos; sexo e duração do sono, por questionário aplicado em entrevista presencial com os pais. Estimaram-se redes unicamadas separadas por sexo no JASP, utilizando o estimador Correlation e método automático de correlação. Calcularam-se índices padronizados de força, proximidade, intermediação e influência esperada. Resultados: Nas meninas, a flexibilidade cognitiva apresentou os maiores valores de força (1,412), proximidade (1,293), intermediação (1,977) e influência esperada (1,297), indicando maior intensidade de associação e posição de articulação na rede. Nos meninos, a memória de trabalho apresentou maior força (0,896), seguida pela atividade física moderada a vigorosa (0,857) e pelo controle inibitório (0,853). A atividade física destacou-se na proximidade (1,038) e intermediação (1,793), enquanto o controle inibitório apresentou maior influência esperada (0,972). Conclusão: Os padrões descritivos observados favorecem a compreensão conjunta dos comportamentos de movimento e da função executiva à luz dos sistemas complexos, orientando hipóteses para intervenções que integrem movimento e desafios cognitivos. Contudo, não estabelecem causalidade nem confirmam diferenças entre os sexos
Palavras-chave: comportamentos de movimento, função executiva, pré-escolares, sistemas complexos.
Oral
Abrir o trabalhoFATORES SOCIODEMOGRÁFICOS E COMPORTAMENTOS DE MOVIMENTO EM PRÉ-ESCOLARES: UMA ANÁLISE DE REDE À LUZ DA TEORIA DA COMPLEXIDADE.
SAMUEL APARECIDO OLIVEIRA SILVA; Vitoria Jady Oliveira Campos; Thais Couras da Silva; Ana Livia do Nascimento Oliveira; José Cleirton Gois Rodrigues; Thaynã Alves Bezerra; Anastacio Neco de Souza Filho
INTRODUÇÃO: Atividade física, comportamento sedentário e sono compõem a rotina diária das crianças. A ciência de redes permite explorar suas associações com características individuais e familiares, contribuindo para compreender os comportamentos de movimento na primeira infância à luz dos sistemas complexos. OBJETIVO: Analisar a estrutura de associações entre fatores sociodemográficos e comportamentos de movimento em pré-escolares por meio de uma rede unicamada. MÉTODOS: Estudo observacional transversal com 119 pré-escolares (57,1% meninas). As informações sociodemográficas e o tempo de sono foram obtidos mediante entrevistas presenciais com os pais, atividade física e comportamento sedentário foram avaliados por acelerometria. A análise foi realizada no JASP, utilizando o estimador Correlation e bootstrap não paramétrico com 1.000 reamostragens. Calcularam-se índices padronizados de força, proximidade, intermediação e influência esperada. RESULTADOS: A escolaridade materna apresentou os maiores valores de força (1,809), proximidade (1,863) e intermediação (2,500), seguida pela renda (1,171; 1,122; 0,608, respectivamente). Ambas concentraram maiores magnitudes de associação e ocuparam posições de articulação nos caminhos da rede. A idade (1,947) e o sono (1,033) apresentaram os maiores valores de influência esperada, correspondentes às somas relativas das correlações considerando seus sinais. CONCLUSÃO: O destaque estrutural da escolaridade materna e da renda, associado às posições da idade e do sono, favorece uma compreensão dos comportamentos de movimento articulada às condições individuais e familiares. Os achados contribuem para formular hipóteses sobre estratégias educativas e oportunidades de movimento sensíveis às condições socioeconômicas e ao desenvolvimento infantil, sem estabelecer causalidade.
Palavras-chave: Fatores sociodemográficos, comportamentos de movimento, redes complexas, pré-escolares.
Oral
Abrir o trabalhoTREINAMENTO DE FORÇA BASEADO EM VELOCIDADE PARA INDUÇÃO DE APRIMORAMENTO DE DESEMPENHO PÓS ATIVAÇÃO NO EXERCÍCIO SUPINO: um estudo de revisão
RAFAEL NOGUEIRA DE MELO; FRANCISCO FRANCINEUDO DE SOUZA JÚNIOR; EZEKIAS OLIVEIRA RODRIGUES; LUCAS FERREIRA DE ARAUJO; SARA BARBOSA SILVA; JOSÉ HILDEMAR TELES GADELHA
Introdução: O treinamento complexo, em sua configuração mais conhecida, combina um exercício resistido de alta intensidade, que atua como atividade condicionante (AC), com um exercício balístico biomecanicamente semelhante. Essa combinação visa promover o aprimoramento de desempenho pós-ativação (ADPA), cuja ocorrência depende do equilíbrio entre estímulo e fadiga. Nesse contexto, o treinamento de força baseado em velocidade (TFBV) destaca-se por permitir o monitoramento da fadiga em tempo real, por meio da perda de velocidade (velocity loss – VL). Objetivo: Analisar as evidências sobre o uso do TFBV na indução do ADPA no exercício supino. Método: Trata-se de uma revisão de literatura, com buscas realizadas entre setembro e novembro de 2025. Utilizaram-se termos em inglês organizados em dois eixos, TFBV (p. ex., velocity-based training,velocity loss, bar velocity) e ADPA (p. ex., post-activation potentiation, post-activation performance enhancement, conditioning activity), combinados pelo operador OR dentro de cada eixo e AND entre os eixos. Foram incluídos estudos que utilizaram o supino como AC, mensuraram a velocidade da barra por transdutor linear de posição ou acelerômetro e avaliaram a ocorrência de ADPA. Como critério de exclusão foi adotado artigos duplicados ou indisponíveis na íntegra. Resultados: Quatro estudos foram incluídos, todos com amostras exclusivamente masculinas (10 a 18 participantes), compostas por indivíduos fisicamente ativos, universitários ou atletas de voleibol sentado. As AC foram realizadas entre 40% e 80% de 1RM, com limiares de 10% e 30% de VL. Três estudos identificaram ADPA, todos com 10% de VL. Nos dois estudos que compararam os limiares, a condição com 10% de VL aumentou a velocidade média propulsiva no arremesso de supino entre 4,5% e 7,4%, de 4 a 12 minutos após a AC, enquanto a condição com 30% de VL acumulou aproximadamente o dobro do volume de treino e não induziu ADPA. O único estudo sem efeito utilizou 80% de 1RM com 10% de VL, protocolo semelhante ao de um estudo com resultado positivo, mas avaliou o desempenho no push-up balístico. Conclusão: O TFBV, especialmente com limiar de 10% de VL, mostra-se uma estratégia promissora para induzir ADPA no supino, possivelmente por limitar a fadiga acumulada durante a AC. Contudo, o reduzido número de estudos e a ausência de participantes do sexo feminino limitam a generalização dos achados, indicando a necessidade de novas investigações.
Palavras-chave: Treinamento Resistido. Exercício Físico. Desempenho Atlético.
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoPalavras-chave: Dor lombar; Mochilas escolares; Adolescentes; Fatores associados; Saúde escolar
Oral
Abrir o trabalhoAVALIAÇÃO DO EQUILÍBRIO E DA AGILIDADE EM CRIANÇAS INSERIDAS NO PROJETO POWER KIDS
GUSTAVO CHAVES DE SOUSA ; Maria Kelly Sousa Fernandes; Cínthia de Oliveira Fernandes; Leonardo Vieira da Silva; Yohanni Alves de Souza; Carlos André da Silva Santos; Edna Ferreira Pinto
INTRODUÇÃO: A infância representa um período importante para o desenvolvimento das competências motoras, incluindo tanto o equilíbrio quanto a agilidade. A análise dessas competências possibilita reconhecer elementos do desenvolvimento motor, contribuindo para uma melhoria na compreensão das habilidades motoras e do planejamento de atividades que favoreçam seu desenvolvimento. OBJETIVO: Avaliar o equilíbrio e o desempenho nos saltos laterais de crianças participantes do projeto Power Kids. MÉTODOS: Estudo transversal, descritivo e com abordagem quantitativa, realizado com crianças do projeto Power Kids, na Universidade Regional do Cariri (URCA) em Iguatu-CE. Foram Avaliados as medidas antropométricas de massa corporal, estatura, cintura e RCE. O protocolo utilizado foi (Körperkoordinationstest für Kinder) KTK com os testes de trave de equilíbrio e salto lateral. RESULTADOS: A amostra (N=11; idade: 10,00±1,95 anos) apresentou massa corporal de 41,92±11,58" kg" , circunferência da cintura de 63,04±9,59" cm" e RCE de 0,46±0,05. Quanto as variáveis motoras avaliadas pelo KTK expressos em Média ± Desvio-Padrão (M ± DP), obtiveram-se os seguintes valores: Equilíbrio (33,73±16,45 pts), Saltos Laterais (61,91±23,93 pts) e Escore Total (95,64±38,38 pts). CONCLUSÃO: O estudo descreveu o desempenho dos participantes do projeto Power Kids em dois testes motores do protocolo KTK. Os resultados fornecem dados preliminares destacando a necessidade de estudos subsequentes com amostragem ampliada.
Palavras-chave: Habilidades motoras,KTK,Power Kids
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Abrir o trabalhoRELAÇÕES DE GÊNERO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA :COMO SER MULHER IMPACTA NA PRÁTICA PEDAGÓGIGA
BENEDITO FERREIRA DE MELO NETO
O Estágio Supervisionado III possibilitou refletir sobre a influência das relações de gênero nas aulas de Educação Física, especialmente na participação das meninas do 8º e 9º ano do Ensino Fundamental. Por meio de atividades de ginástica, diálogo e cooperação, buscou-se promover a inclusão, a confiança e o respeito às diferenças, contribuindo para a superação de estereótipos e para a formação docente.
Palavras-chave: Educação Física Escolar. Estágio Supervisionado. Relações de Gênero. Prática Pedagógica
Oral
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